No caso do ferro, o químico explicou que a substância encontrada no alimento tem uma pequena diferença de carga da encontrada em uma panela, por exemplo.Presente no feijão, arroz e carnes vermelhas, o ferro é importante para a formação de glóbulos vermelhos, que ajudam a levar o oxigênio pelas células. A deficiência desse nutriente pode levar à anemia por falta de ferro e, nesse caso, é fundamental procurar ajuda para suplementar a dieta. O químico Luis Fernando Pereira falou ainda sobre as diferenças entre cozinhar na panela de ferro, aço inoxidável ou alumínio – em relação à panela de ferro, há um estudo que mostra que ela é capaz de liberar um pouco do ferro 2, da hemoglobina, mas isso não chega a ser um tratamento para a anemia.
Há ainda o cálcio, fundamental para a saúde dos ossos, porque ajuda a prevenir problemas como a osteopenia e aa osteoporose, por exemplo. A recomendação é ingerir 1.000 mg ao dia ao longo da vida, o que equivale a mais ou menos 4 copos de 200 ml. Para quem não gosta de leite, há como substituir por iogurtes e queijos, por exemplo. Os especialistas destacaram também outros elementos essenciais como o zinco, presente nas carnes, que faz bem para o sistema imunológico; e o manganês, presente no açaí, que atua também na formação óssea.
O químico destacou ainda a importância de outro metal muito presente no dia a dia das pessoas: o alumínio. Por ser mais resistente que o ferro, ele tem a vantagem de não enferrujar, além de ser mais leve e mais barato. Por isso, o alumínio é bastante usado principalmente para preparar carnes no bafo, como mostrou a reportagem da Daiana Garbin. É possível ainda preparar um frango no bafo – confira a receita.
G1/BEM ESTAR



