Cidades

Programa Mais Médicos soma esforços para o combater mosquito

O Seminário de Educação Permanente em Atenção Básica do Programa Mais Médicos é realizado nesta quinta (11) e sexta-feira (12). Promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), o evento terá como assuntos abordados serão: ações preventivas no combate à dengue, zika vírus e chikungunya; enfermidades transmitidas pelo mosquito vetor; e capacitação em saúde mental. O público alvo são os profissionais da Atenção Básica, tutores, supervisores e médicos do Programa Mais Médicos.

De acordo com a secretária adjunta de regionalização e políticas e atenção à Saúde da SES, Maria Salete Ribeiro, a intenção do seminário é promover a capacitação das equipes para o efetivo combate aos agravos mais frequentes que ocorrem no estado. Ela destaca que, além do combate ao Aedes aegypit, outro problema que será debatido no seminário são as doenças mentais, que Maria Salete define como epidemia. “Estamos vivendo uma fase que precisa de muita atenção e atendimento diferenciado nas unidades de saúde, mas para isso é preciso que o médico esteja envolvido neste processo”.

Coordenador de Atenção Institucional da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde, Diego Ferreira, destaca que Mato Grosso possui hoje em 101 municípios 256 médicos do Programa Mais Médicos, os quais precisam trabalhar a conscientização e o prognóstico das doenças. “A nossa missão é somar esforços já que o programa atente cerca de um terço da população do país. A educação permanente é mais que necessária neste processo que envolve o comportamento de cada cidadão no processo de conscientização dos cuidados que se deve tomar para evitar a proliferação do mosquito”.

Conforme explica o coordenador de tutoria do Mais Médicos no estado, Reinaldo Mota, o programa é formado por três eixos: o provimento emergencial, que é a chegada dos médicos no país; o eixo estruturante, que é a expansão da rede de atenção básica nos municípios; e o eixo educacional, que traz propostas de mudança do perfil do médico brasileiro, fazendo-o manter um contato mais próximo com as comunidades que necessitam o programa. “Neste processo é que reforçamos a necessidade de seminário como este, que serve também como troca de experiências e estimula o trabalho em conjunto”.

Nesta sexta-feira o seminário irá abordar o surto da dengue, zika vírus e chikungunya, com apresentação de dados epidemiológicos no Brasil e do estado, diagnóstico diferencial entre as patologias, protocolos clínicos e terapêuticos, dentre outros assuntos. A abertura será às 8h com previsão de encerramento às 15h.

(Assessoria)

Redação

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