Cidades

Fiéis celebram missa de sétimo dia do padre João Paulo Nolli

Dezenas de fiéis participaram, neste domingo (16), da missa do sétimo dia do padre João Paulo Nolli, morto no sábado (8). A celebração ocorreu na Igreja São José Esposo, no Conjunto São José em Rondonópolis (210 km de Cuiabá), paróquia que Nolli ficou a frente por seis anos. Pessoas de fora de Mato Grosso apareceram para homenagear o padre.

 “Eu moro em Mineiros, Goiás. Estivem tempos atrás assistindo uma missa aqui do padre João Paulo. Fui tocada por uma luz maravilhosa e de lá pra cá tenho essa pessoa iluminada como referência de vida. Não poderia faltar nessa missa. Ele merece todas as considerações e homenagens”, conta Lucineide Batista Palianna.

 Pela manhã, uma celebração foi realizada pelo bispo Dom Juventino; e às 18h, padre Jhonatha celebrou uma missa.

 O padre João Paulo Nolli nasceu na cidade de Andirá, interior do Paraná, em 1981. Veio para Mato Grosso em 2001 para trabalhar na Casa de Recuperação Copiosa Redenção, no Sul do Estado, e passou a atuar como vigário em 2007, no mesmo ano em que foi ordenado padre. Em 2010, com a transferência do padre Franz Lax para a Paróquia São José Operário, assumiu o posto de pároco em São José Esposo no Conjunto São José I, que se estende por mais 19 comunidades.

Ele foi assassinado, por estrangulamento e com um tiro na cabeça, na noite de sábado (8). Ele teria saído da paróquia para ir uma reunião com um grupo de jovens em seu veículo, modelo HB20, por volta das 21H. Desde então foi dado como desaparecido. O corpo dele foi encontrado na manhã deste domingo (9) em um terreno baldio no residencial Rosa Bororo, na saída de Rondonópolis para Cuiabá. Ele também foi atingido por um tiro na cabeça.

Exame de necropsia realizado no corpo do padre aponta asfixia mecânica por estrangulamento como a causa da morte. A informação foi divulgada pelo delegado Claudinei Lopes, responsável pelas investigações do assassinato. A principal linha de investigação da polícia é latrocínio (roubo seguido de assassinato). Após o termino dos trabalhos no Instituto Médico Legal (IML) o corpo deverá ser liberado para velório e sepultamento.   

Segundo o delegado Claudinei Lopes, a hipótese de latrocínio foi levantada por o telefone celular e o carro que estavam com o padre não terem sido encontrados com ele. O telefone celular foi encontrado ainda na noite de ontem por uma pessoa que frequenta a paróquia. Foi ela quem acionou a polícia para informar sobre o desaparecimento do padre. Ela seria usuária de drogas. Já, o carro ainda não foi localizado.   

Ainda segundo o delegado, no local onde teria ocorrido o crime há sinais de freadas de pneus e pegadas. As marcas serão utilizadas como indícios da ação dos bandidos, e o local do terreno baldio, onde o corpo foi encontrado, foi isolado pela polícia.   O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Rondonópolis. (Com informações do site Primeira Hora)   

Redação

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Reportagens realizada pelos colaboradores, em conjunto, ou com assessorias de imprensa.

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