Política

Temer inaugura escola no litoral de SP batizada com nome de irmão

O presidente Michel Temer, durante viagem a Portugal, nesta semana (Foto: Beto Barata/PR)

O presidente Michel Temer viajará ao litoral de São Paulo nesta quinta-feira (12) para inaugurar, em Praia Grande, a Escola Municipal Professor Fued Temer, que leva o nome de um dos irmãos do presidente. A solenidade está prevista, segundo a assessoria do Palácio do Planalto, para as 16h. 

A inauguração da escola faz parte dos 50 anos de emancipação de Praia Grande, comemorados no próximo dia 19. 

Questionada pelo G1 sobre os motivos de a escola ter sido batizada com o nome do irmão do presidente, a Prefeitura informou que Michel Temer tem o título de cidadão praiagrandense desde 1993, quando recebeu a homenagem pelo então vereador Felipe Avelino Moraes (PMDB), que já morreu. 

Além disso, segundo a Prefeitura, Fued Temer foi professor de direito e há na cidade diversas escolas com nome de professores e de pessoas que contribuíram para o desenvolvimento da cidade. 

Fued Temer

Segundo a revista "Época", Fued Temer era o irmão mais velho do presidente e é apontado pelos amigos do presidente como a grande de inspiração do atual chefe do Executivo. 

De acordo com a coluna do jornalista Lauro Jardim, de "O Globo", Fued Temer, já falecido, era 12 anos mais velho que o presidente e os dois trabalharam juntos como advogados. 

 

A escola

De acordo com a Prefeitura de Praia Grande, a unidade de ensino que será inaugurada pelo presidente da República nesta quinta atenderá a alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. 

Ainda segundo o governo municipal, a instituição tem capacidade para receber 1.330 estudantes, distribuídos em 18 salas de aula. 

Viagens de Temer

Além da viagem desta quinta ao litoral de São Paulo, o presidente esteve nesta semana em Lisboa, onde participou do funeral do ex-presidente e ex-primeiro-ministro português Mário Soares, que morreu no último fim de semana aos 92 anos. 

A viagem à Europa, porém, ocorreu em meio a críticas ao presidente por ele não ter ido, na semana passada, ao Amazonas ou a Roraima. Rebeliões em presídios nos dois estados resultaram na morte de cerca de 100 presos, gerando uma crise no sistema carcerário do país. 

Fonte: G1

Redação

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Reportagens realizada pelos colaboradores, em conjunto, ou com assessorias de imprensa.

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