Eraí Maggi, que doou a área de 300 hectares para o empreendimento, responde às acusações de que o parque seria destinado apenas às classes mais altas.
O produtor rural Eraí Maggi, sócio-fundador do Grupo Bom Futuro, saiu em defesa do Parque Novo Mato Grosso e rebateu as críticas que chamam o espaço de “parque dos milionários”. Em entrevista concedida no dia 27, ele afirmou que o local foi pensado para receber toda a população e deve transformar a região onde está instalado.
“Vai ter um antes do parque e depois do parque. Nós vamos ter muita gente dos estados e países vizinhos nos visitando, trazendo renda para os hotéis, para as pessoas, serviços. E as pessoas mais humildes vão poder ir ali”, disse Maggi.
Sobre as críticas ao volume de investimentos e à estrutura do parque, o produtor foi direto: “O bacana que critica é porque ele tem avião para ir para lá, para cá. São pessoas que talvez não estejam vendo a pessoa mais humilde que ali ele pode ir.”
O Grupo Bom Futuro doou os 300 hectares onde o parque foi construído, após chamamento público realizado pelo Governo de Mato Grosso. O empreendimento é apontado como um dos legados da gestão de Mauro Mendes (União) no estado.
Localizado na MT-251, a cerca de 11 km da Trincheira Engenheiro Roberto Flávio Abbott de Castro Pinto — entre a Rodovia Helder Cândia e a Rodovia Emanuel Pinheiro —, o parque conta com autódromo, kartódromo, pista de motocross, bicicross e ciclismo, lago de 100 hectares para prática esportiva, espaço para shows com capacidade para 100 mil pessoas, museu do agro, pista de skate, pista de caminhada de 5 km, parque da família e estacionamento para mais de 12 mil veículos.



