Cidades

Farmácias e policlínicas de Cuiabá devem funcionar 24h, exige MPE

Foto Ahmad Jarrah

Os pacientes atendidos nas policlínicas da Capital, após as 19h, são obrigados a sair sem os medicamentos, tendo que voltar no dia seguinte para fazer a retirada dos remédios. A situação levou o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE), a ingressar com ação civil pública com pedido de antecipação de tutela, contra o Município para que no prazo máximo de 40 dias, todas as farmácias das referidas unidades de saúde forneçam medicamentos durante todo o período de funcionamento, ou seja, 24 horas por dia.

Os problemas, que já ocorrem desde 2013, foram encaminhados por meio de um ofício pelo promotor de Justiça Alexandre de Matos Guedes. O município se limitou a informar que realizaria um estudo para garantir o atendimento no período noturno nas farmácias das policlínicas, porém, mesmo após notificação recomendatória emitida pelo órgão ministerial com prazo de 180 dias, nenhuma medida foi adotada.

Inúmeras outras tentativas ocorreram em busca de esclarecimentos via ofício e notificações “frustradas” junto ao município. Só este ano, a Promotoria de Justiça reiterou três novos pedidos de informações referentes ao processo de contratação de farmacêuticos. “Nada foi informado, nem pela Secretaria Municipal de Saúde e muito menos pela gestão municipal”, pontuou o promotor na ação.

Redação

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