A polícia vai investigar a hipótese de a família da radialista Beatriz Calai ter sido sequestrada e pressionada a despistar do caso. A informação foi dada pelo coronel Razera, da Polícia Militar em Sinop (505 km de Cuiabá), que vinha acompanhando o caso desde a manhã de sábado (17).
A radialista, o marido Maurício e duas filhas menores de idade fizeram contato com a família neste domingo (18) após mais de dez horas dada como desaparecidos. Conforme informação da PRF (Polícia Rodoviária Federal), o esposo da Bea Calai fez contato com os pais dela de Colíder, a cerca de 100 quilômetros de Sinop, dizendo que haviam se perdido no caminho da viagem para a cidade e pararam em lugar sem sinal de telefone celular. Todos estariam bem.
A Polícia Militar procurava pela radialista Beatriz Calai e sua família dadas como desaparecidas desde a manhã deste sábado (17). Conforme a PM, a radialista, seu esposo Maurício e as duas filhas, menores de idade, saíram de casa, em Sinop (505 de km Cuiabá), por volta das 10h30, para almoçar à casa da mãe dela, para o almoço. Antes passariam para fazer compras num supermercado. Foi o último contato feito pelos pais com Beatriz.
Ainda segundo a PM, os familiares informaram que a casa da radialista foi deixada com as portas abertas, mas o porão, estava trancado. Eles foram ao local no fim da manhã deste sábado para verificar a situação da família por causa da demora.

