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Conta de luz de cidades do interior de SP, MG e PR vai subir

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou nesta terça-feira (22) a revisão de tarifas de energia de cinco distribuidoras que atuam principalmente no estado de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Os aumentos, que são calculados pela agência reguladora levando em conta custos das empresas e os investimentos feitos por elas, começam a valer já nesta terça.

A tarifa da CPFL Santa Cruz terá um aumento médio de 7,15%. Para residências, a alta média será de 13,35%. Já para a indústria atendida pela distribuidora, haverá redução média de 4,13%.

A empresa atua em 24 municípios em São Paulo, na região da Média Sorocabana, e em três municípios ao norte do Paraná. Entre as cidades, estão Ourinhos (SP), Avaré (SP) e Santa Cruz do Rio Pardo (SP). No total, atende cerca de 197 mil consumidores.

CPFL Sul Paulista e Leste Paulista
Para a CPFL Sul Paulista, a revisão média aprovada foi de 12,82%. Para a indústria, a alta é de 6,33%. Para as residências, 17,05%. Essa distribuidora atende a cerca de 80 mil consumidores nos municípios paulistas de Itapetininga, São Miguel Arcanjo, Sarapuí, Guareí e Alambari.

A CPFL Leste Paulista foi autorizada a aumentar suas tarifas em 13,32%, na média. Para residências, a alta é de 14,54%. Para a indústria, 10,27%. A empresa distribui energia para 7 municípios em SP: São José do Rio Pardo, Casa Branca, Caconde, Divinolândia, Itobi, São Sebastião da Grama e Tapiratiba. Ao todo, são cerca de 55 mil consumidores.

Mococa e Jaguari
No caso da CPFL Mococa, o reajuste médio será de 9,02%. Para residências, o aumento é de 4,99%. Para a indústria, 20,29%. Essa distribuidora atua principalmente na distribuição de energia em Mococa (SP), mas também atende a três municípios em Minas Gerais:  Arceburgo, Itamogi e Monte Santo de Minas. Ao todo, atende a cerca de 44 mil consumidores.

A CPFL Jaguari aumentará a tarifa, em média, em 13,23%. Para os consumidores residenciais, a alta será de 17,12% e, para a industria, 11,42%, também na média. A empresa distribui energia para cerca de 37 mil consumidores em Jaguariúna e Pedreira, no estado de São Paulo.

Revisão
A chamada revisão tarifária periódica é feita pela Aneel, em geral, a cada quatro anos, a depender do previsto no contrato de concessão. A alteração na tarifa é calculada pela agência com base nas mudanças nos custos operacionais da empresa e na remuneração dos investimentos feitos por elas.

Tecnicamente, a revisão tarifária é diferente do reajuste das tarifas, que acontece anualmente e tem o objetivo de restabelecer o poder de compra da concessionária.

Fonte: G1

Redação

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