O Congresso inicia o ano legislativo nesta sexta-feira sem que o presidente Jair Bolsonaro tenha a ampla base necessária para aprovar reformas como a da Previdência. Isso alimenta dúvidas sobre a capacidade do novo governo de implementar medidas amplamente esperadas pelo mercado.
Pesa a favor de Bolsonaro o fato de os candidatos favoritos às presidências da Câmara e do Senado apoiarem a agenda econômica do governo. O que não está claro é como o capitão da reserva do Exército irá costurar o apoio necessário dos parlamentares para a reforma da Previdência, uma medida que os investidores consideram essencial para as finanças públicas.
O Congresso inicia o ano legislativo nesta sexta-feira sem que o presidente Jair Bolsonaro tenha a ampla base necessária para aprovar reformas como a da Previdência. Isso alimenta dúvidas sobre a capacidade do novo governo de implementar medidas amplamente esperadas pelo mercado.
Pesa a favor de Bolsonaro o fato de os candidatos favoritos às presidências da Câmara e do Senado apoiarem a agenda econômica do governo. O que não está claro é como o capitão da reserva do Exército irá costurar o apoio necessário dos parlamentares para a reforma da Previdência, uma medida que os investidores consideram essencial para as finanças públicas.
Os partidos do centrão geralmente apoiam presidentes recém-eleitos em troca de cargos e privilégios, mas Bolsonaro se comprometeu a governar sem o tradicional “tomá lá, dá cá”. Em vez disso, prometeu mobilizar sua popularidade junto a boa parte da opinião pública para pressionar os parlamentares. Ele também pretende abandonar as negociações com os líderes partidários em favor de conversas com bancadas temáticas, como as chamadas BBB – bala, boi e bíblia.
Os partidos do centrão geralmente apoiam presidentes recém-eleitos em troca de cargos e privilégios, mas Bolsonaro se comprometeu a governar sem o tradicional “tomá lá, dá cá”. Em vez disso, prometeu mobilizar sua popularidade junto a boa parte da opinião pública para pressionar os parlamentares. Ele também pretende abandonar as negociações com os líderes partidários em favor de conversas com bancadas temáticas, como as chamadas BBB – bala, boi e bíblia.

