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Banhistas relatam pânico de turista atingida por peixe bagre

Peixe ficou preso na região da barriga da banhista em Itanhaém (Foto: Marcelo Tamada / Arquivo Pessoal)

Banhistas que acompanharam o resgate da turista ferida pelos ferrões de um peixe bagre em Itanhaém, no litoral de São Paulo, na tarde da última sexta-feira (8), afirmam que o resgate da moradora de São Paulo foi bastante complexo. De acordo com testemunhas, a vítima sentia muita dor e precisou passar por uma microcirurgia para se livrar do peixe. Novas imagens obtidas pelo G1 mostram as equipes do salvamento aquático tentando remover o animal do local.

A turista foi atingida pelos ferrões do bagre em sua barriga, um fato inédito na cidade de acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Segundo Claúdia Pájaro, moradora de Itanhaém que estava na praia quando o acidente aconteceu, a mulher saiu do mar gritando muito e pedindo ajuda. "Ela gritava demais. No começo eu fiquei sem entender o que estava acontecendo. Depois que eu vi a situação que compreendi. Ela pedia pelo amor de Deus e falava que estava doendo. Foi assustador", lembra.

De acordo com a moradora, a turista foi socorrida e colocada na areia poucos instantes após o problema. Dezenas de pessoas que aproveitavam o calor na Praia do Centro se aglomeraram para ver o trabalho das equipes do salvamento aquático. "Perguntamos para o salva-vidas se esse tipo de caso era comum. Ele disse que não e que, na verdade, o peixe não tinha atacado a banhista. Ele acabou se chocando contra ela porque o mar estava muito agitado", conta.

O resgate
De acordo com o socorrista técnico de enfermagem Marcelo Araujo Tamada, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado por volta das 16h e os profissionais ficaram surpresos com a imagem. “Avisaram que havia um objeto penetrado na barriga da banhista e, quando chegamos lá, vimos que era um peixe”, diz.

Ele explica que o peixe não foi retirado no local e que a vítima foi encaminhada até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Itanhaém. “Nosso protocolo é imobilizar e não retirar porque só o médico pode fazer isso. Levamos até à UPA e lá o médico cortou os ferrões. Em seguida, foi feita uma uma microcirurgia para retirar os ferrões”.

Apesar do susto, Tamada afirma que a banhista passa bem. “Ela estava estável, apenas com bastante dor no local, mas é algo normal porque acaba inflamando”.

Fonte: G1

Redação

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