Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a ação corre em segredo de Justiça e foi acatada pelo Juízo Auxiliar da Infância e Juventude do TRT (Tribunal Reginal do Trabalho).
As queixas sobre o ensaio "Sombra e Água Fresca" chegaram ao Ministério Público Federal e Estado e à Polícia Federal na quinta-feira (11). Para o Ministério Público, a publicação violou o princípio da proteção integral à criança, previsto pela constitução.
Uma das acusações tem como autor o instituto Alana, organização de defesa dos diretos das crianças. Em entrevista à Folha, a psicóloga Laís Fontenelle afirmou que são garotas em poses sensuais e existe uma clara adultização precoce das crianças".
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