Com pouco mais de uma semana de antecedência em relação ao registrado no ano passado, Mato Grosso alcançou, no domingo (2), a marca de R$ 35 bilhões em arrecadação de tributos. O resultado, divulgado pelo Impostômetro da Fecomércio-MT, indica avanço no ritmo de recolhimento e foi impulsionado pela maior atividade econômica, pela inflação de produtos e serviços e pela arrecadação sobre o consumo e a renda.
Apesar do crescimento, Mato Grosso representa 1,25% dos R$ 2,4 trilhões arrecadados em todo o país até domingo. Conforme análise do Instituto de Pesquisa da Federação (IPF-MT), o desempenho reflete o aquecimento da economia estadual e a ampliação das receitas públicas em diferentes setores.
Entre os municípios, Cuiabá lidera a arrecadação, com mais de R$ 728,7 milhões, seguida por Rondonópolis, com R$ 196,6 milhões, Sinop, com R$ 147,2 milhões, Várzea Grande, com R$ 103,9 milhões, Sorriso, com R$ 80,2 milhões, e Lucas do Rio Verde, com R$ 78,1 milhões. Segundo o presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves, os números demonstram a força dos principais polos produtivos e comerciais do Estado.
“Além de reforçar que o aquecimento da economia amplia as receitas governamentais, a evolução da arrecadação também evidencia a importância de políticas que preservem a competitividade das empresas e o poder de compra das famílias”, afirmou Gonçalves. Entre as principais fontes de recursos estão o Imposto de Renda e a Previdência, na esfera federal; o ICMS, no âmbito estadual; e o ISS e o IPTU, nas administrações municipais.

