Cidades

O Hospital Estadual Santa Casa é 100% SUS, avisa Mauro Mendes

O governador Mauro Mendes (DEM) destacou, durante a inauguração do Hospital Estadual Sana Casa, antiga Santa Casa de Misericórdia, que o atendimento será 100% pelo sistema Único de Saúde. Mendes ainda garantiu que todas as especialidades que existiam na Santa Casa serão reativadas, além de outras especialidades de alta complexidade.

“O hospital atendia 70% SUS e 30% privado. Como ele agora é 100% SUS, vai atender a todas as especialidades existentes e também outras especialidades na alta complexidade”, frisou o governador, ao lado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, e da primeira dama Virgínia Mendes.

Mendes lembrou que o Estado resolveu fazer a requisição administrativa do prédio, e que isso foi amplamente discutido como solução jurídica para preservar o interesse público. “Com isso nós conseguimos adiantar 30 meses de aluguel dessa requisição. Resolvemos também o problema dos salários dos servidores, que estavam com 6 meses de atraso, e a partir daí nós começamos aqui uma verdadeira transformação da Santa Casa”.

Segundo o governador, até então havia hospitais de média complexidade exercendo funções de alta complexidade espalhados pelo interior, até porque não havia um hospital de alta complexidade regido pelo Estado na Capital.

“Nós inauguramos o novo hospital hoje, e na segunda feira já teremos 80 % das funções do hospital em funcionamento para a população, 100% SUS. Fizemos licitação e contratamos aproximadamente 40 funcionários para prestar serviços para o hospital. A retaguarda, que são os enfermeiros e técnicos, já foi contratada e passa por treinamentos mesmo o prédio estando em obras”.

Mauro Mendes ressaltou que o Ministério da Saúde contribuiu de forma muito eficiente, com aporte financeiro para que essa inauguração fosse realizada.

O governador lembrou que a gestão do SUS em Cuiabá é compartilhada entre Estado e Município. “Antes, esse hospital era uma gestão plena da prefeitura, que recebia dinheiro do ministério da saúde, recebia dinheiro do Estado e ela repassava esse dinheiro para a unidade de saúde. Como o hospital fechou e a prefeitura não conseguiu encontrar dinheiro para fazer a reabertura, nós fizemos a requisição administrativa”, justificou.

Ele ainda observou que houve uma redução no quadro de funcionários porque o Estado licitou vários serviços que agora serão prestados por empresas terceirizadas e são especialistas na área para a qual foram contratadas. ”Então, o corpo técnico diminuiu, entretanto nenhum serviço deixará de ser executado”, garantiu.

Redação

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