Jurídico

Defesa de Tenente Ledur quer anular inquérito da PJC

A defesa da tenente Izadora Ledur quer conseguir na Justiça a anulação das investigações sobre morte do aluno bombeiro Rodrigo Claro por afogamento. O advogado da acusada pelo homicídio protocolou o pedido na Vara Militar do juiz Murilo Mesquita. O magistrado é o responsável por conduzir o caso junto com Conselho de Sentença.

Segundo informações divulgadas pelo Ponto na Curva e confirmadas pela imprensa, o advogado Huendel Rolim contesta o inquérito criminal feito pela Polícia Judiciária Civil (PJC). A peça conduzida foi conduzida indevidamente pela PJC e estaria lastreado de irregularidades.

A defesa apontou ainda que a investigação policial foi feita somente pela repercussão que o caso teve na sociedade.

Além disso, a defesa apontou que a PJC não é competente para investigar Ledur. O caso investiga indícios de crime de natureza militar. Por isso, Ledur só poderia ser investigada por um órgão militar.

Ainda de acordo com a defesa, o objetivo não é isentar Ledur de responsabilidades. Mas de lhe garantir um julgamento justo.

O pedido de anulação foi feita numa ação chamada Questão de Ordem. Este tipo de processo é utilizado para levantar problemas na condução dos trabalhos judiciais. Caso seja aceita pelo juiz Murilo Mesquita, a ação penal pode ser paralisada na Vara Militar.

Ledur foi acusada de tortura por causar a morte do aluno bombeiro Rodrigo Claro durante um treinamento aquático na Lagoa Trevisan, em Cuiabá, em novembro de 2016.

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Redação

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