Economia

Heineken investe US$ 100 milhões em cervejaria em Moçambique

A Heineken, segunda maior cervejaria do mundo atrás da Anheuser-Busch InBev (AB InBev), lançou nesta segunda-feira (4) a pedra fundamental de sua primeira cervejaria em Moçambique. A unidade será construída com um investimento de 85 milhões de euros (US$ 100 milhões) e terá capacidade de 800 mil hectolitros de cerveja por ano.

Localizada na província de Maputo, a cervejaria produzirá cerveja para abastecer o mercado interno, de acordo com a companhia. A previsão é que a fábrica comece a operar no primeiro semestre de 2019.

A Heineken começou a operar diretamente em Moçambique em 2016, sendo responsável pela importação, pelas vendas e marketing de marcas como Heineken, Amstel Lite e Sagres. A construção da fábrica é mais um passo da companhia para ampliar sua presença no país africano.

A companhia também informou que fará parcerias com agricultores locais para o fornecimento de matérias-primas no país. A Heineken tem como meta ter 60% das matérias-primas usadas globalmente vindo da África até 2020.

A África é apontada como uma das regiões mais atraentes para cervejarias, devido ao crescimento do consumo e à demanda reprimida. Um dos fatores que levou a AB InBev a adquiria a SABMiller foi o fato de a SABMiller já deter operação em toda a África, dando à AB InBev uma rápida expansão na região. O banco Goldman Sachs estima que até 2025, a América Latina e África vão crescer, em média, 2% ao ano em vendas de cerveja.

No mesmo intervalo, o mercado de cerveja vai encolher 1% ao ano na Europa Ocidental e 3% ao ano no Leste Europeu. Na América do Norte e na Austrália o mercado vai ficar estável.

Redação

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Reportagens realizada pelos colaboradores, em conjunto, ou com assessorias de imprensa.

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