Economia

Prévia da inflação no ano tem a menor taxa para novembro

A inflação segue dando sinais de que está perdendo força em novembro, segundo a prévia do mês divulgada nesta quinta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15) acumula alta de 2,58%, a menor para novembro desde 1998, quando chegou a 1,52%. No mesmo período de 2016, a taxa havia ficado em 6,38%.

De outubro para novembro, a inflação registrou leve desalaceleração, de 0,34% para 0,32%, sob influência da queda maior de preços de alimentos e bebidas (de -0,15% para -0,25%). Ficaram mais baratos feijão-carioca (-7,03%), açúcar refinado (-4,52%), farinha de mandioca (-4,25%), açúcar cristal (-3,81%) e ovos (-3,69%), entre outros.

Os preços de artigos de residência também ficaram menores (de -0,13% para 0,35%) porque os eletrodomésticos sofreram redução de preço, de 1,19%.

A desaceleração da inflação não foi maior, porque outros itens usados no cálculdo do indicador tiveram alta de preços, como as contas de luz, que ficaram 4,42% mais caras e responderam por metade do indicador. O preço do gás de botijão subiu 3,30%, após o reajuste autorizado pela Petrobras.

Entre as capitais, Goiânia sentiu a inflação pesar mais no bolso. A alta foi de 1,62%, impulsionada pelo aumento na energia elétrica (21,21%) no município. As maiores quedas partiram de Salvador (-0,03%) e Fortaleza (-0,05%), onde ficaram mais baratas as frutas (-6,91%) e a gasolina (-1,33%).

Em 12 meses, o IPCA-15 está acumulado em 2,77%, acima dos 2,71% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Redação

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