Política

Maggi diz que é cedo para decidir se PP irá apoiar reeleição de Taques

Foto: Beto Barata/PR

Com Valquíria Castil

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou que ainda é cedo para definir se o PP estará do lado oposto ou não ao do governador Pedro Taques (PSDB) nas eleições de 2018, em que o tucano é candidato natural para a reeleição.

De acordo com Maggi, o seu partido deve permanecer em uma posição independente até o ano que vem, quando as conjecturas políticas irão definir o cenário da disputa.

“Lá em 2018 nós vamos discutir os partidos que estarão em um arco de aliança ou em outra. Política é uma nuvem. Cada partido deve avaliar o que pretende fazer. Isso é normal na política”, afirmou à imprensa, na manhã desta segunda-feira (6), em Cuiabá.

Maggi ainda declarou que neste ano o momento é de união entre siglas partidárias e políticos.

“Minha opinião neste momento é que ainda está muito cedo para trabalhar nessa questão. Disse isso ao governador [Pedro Taques]. É um ano difícil na economia. Então, é importante que todos nós caminhemos na mesma direção para resolvermos os problemas do Estado. Não nos dividirmos por questões políticas”, declarou.

“A questão política vai acontecer em 2018, que é o momento correto de se discutir quem irá disputar e quem tem condições de estar juntos”, completou.

Ajuda

O ministro declarou que mesmo não participando da base aliada do Governo do Estado, Taques pode contar com sua ajuda.

“Já disse oficialmente ao governador [Pedro Taques] que, embora não estejamos oficialmente com ele no Governo – pois não temos nenhum representante na Assembleia Legislativa -, nós estamos juntos com a administração, em prol do Estado”, disse. 

“[Estamos] com a liberdade de pontuar as questões na qual achamos que não devem ocorrer ou precisam ser mudadas”, declarou. 

Maggi ainda fez uma avaliação positiva da gestão do tucano nos últimos dois anos.

“Tenho conversado muito com o governador [Pedro Taques] e acho que ele está indo muito bem. Precisamos estar reunidos em um mesmo propósito: o de resolver os problemas do Estado neste momento. São problemas pontuais de fluxo de caixa, que outros Estados também enfrentam”, pontuou.

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Redação

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