A juíza Selma Rosane Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, ouvirá nesta segunda-feira (15) as primeiras testemunhas do processo oriundo das operações Célula Mãe (Metástase), ambas deflagradas pelo Grupo de Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e que investigam o desvio de R$ 2 milhões da assembleia Legislativa e que investigam o ex-presidente da AL, José Riva e seus ex-chefes de gabinete Geraldo Lauro e Maria Helena Ribeiro Ayres Caramelo.
As audiências de instrução e julgamento terão continuidade nos dias 19, 22 e 24 deste mês, sempre a partir das 13h30min. Também são réus na ação, os delatores do esquema: Hilton Carlos da Costa Campos e Marisol Castro Sodré.
24 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) pelos crimes de organização criminosa, peculato, falsidade ideológica e coação no curso do processo como resultado da Operação Metástase deflagrada em 23 de setembro de 2015. Contudo, a juíza Selma Rosane determinou o desmembramento do processo em relação a José Riva, Geraldo Lauro e Maria Caramelo já que eles são os únicos réus presos no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC).
Operação Célula Mãe
O ex-deputado José Geraldo Riva foi preso acusado de usar dinheiro publico para comprar uísque, pagar formaturas e até contratar massagistas. A prisão foi feita após a deflagração da segunda fase da Operação Metástase (Célula Mãe), do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que investiga desvio de verbas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
A juíza da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, Selma Rosane de Arruda decretou também a prisão preventiva de outros servidores da Assembleia Legislativa que eram ligados a presidência na gestão de Riva, são eles: Geraldo Lauro, Maria Helena Ribeiro Caramelo e o ex-auditor geral da ALMT, Manoel Marques.


