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Uma pesquisa realizada em Cuiabá constatou que a arborização de avenidas e ruas tem diminuído. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 159.320 moradias regulares na capital apenas 63.123 – ou seja, 39% do total – estão em ruas com arborização.
Outros números apontam que apenas 30% das ruas da capital são arborizadas, resultado das inúmeras internvenções para obras de construção particulares, como edifícios, e públicas, como as da Copa do Mundo de 2014, que retiram várias plantas para a abertura de canteiros de trabalho, fazendo com que a Cuiabá perdesse seu título de “Cidade Verde”.
Segundo o IBGE, o crescimento desordenado e as ocupações irregulares do solo têm dificultado a execução de planejamentos adequados que viabilizem uma integração da área construída com a vegetada, sejam estes naturais ou mesmo artificiais, provocando diminuição da qualidade de vida nas cidades.
O estimulo à arborização dos centros urbanos pode promover profundas transformações da paisagem da cidade, proporcionando o surgimento de áreas livres e propícias ao encontro das pessoas.
Além disso, promove a valorização destas regiões, devido ao perfil esteticamente agradável que um ambiente arborizado pode gerar, atuando ainda na redução do impacto das altas temperaturas e melhorando as condições de segurança de locais antes vazios e não frequentados, o que de fato reforça os conceitos de "pertencimento dos indivíduos" com o meio urbano em que habitam.
Com Assessoria



