Representantes de 96 municípios mato-grossenses, estiveram presente na assembleia geral do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) e votaram pelo estado de greve na educação pública do Estado.
A categoria educadora se reuniu nesta segunda-feira (20), na Escola Estadual Presidente Médici, em Cuiabá, para mobilizar os profissionais da área e assegurar a luta pela campanha salarial (data base em maio) e pela construção da greve geral.
A mobilização cobra o cumprimento, nas redes municipais, da garantia do pagamento do Piso Salarial Nacional.
No estado, a campanha salarial exige a integralidade da Lei 510/2003, com a garantia da negociação feita em 2016, para que não comprometa a dobra do poder de compra.
Outro ponto da luta dos profissionais da educação é contra a Reforma da Previdência, do governo de Michel Temer (PMDB), e demais reformas que retiram direitos da classe trabalhadora. A categoria se une para dizer não ao desmonte de direitos promovido para favorecer os rentistas (bancos e empresas) e contra os trabalhadores, retirando o direito da aposentadoria e da seguridade social.
O presidente do Sintep/MT, Henrique Lopes do Nascimento, destacou que “o momento é de construir a solidariedade da classe trabalhadora para a unidade da luta de homens e mulheres, do setor público e privado, do campo e da cidade, ativos e inativos, de todas as centrais sindicais, numa ação solidária em “defesa de direitos sociais”.
Henrique Lopes lembrou o sucesso da mobilização do dia 15 de março, puxada pela educação que foi um movimento coletivo do estado e de todo o país, por uma causa única. “Todos devemos nos unir para fortalecer a causa dos trabalhadores. Na educação mandamos um recado claro ao governo, de que não vamos aceitar aqui no estado PEC do Teto dos Gastos, a Reforma da Previdência e não vamos aceitar que não seja realizado Concurso Público e, muito menos que não seja respeitada a política da Dobra do Poder de Compras”, conclui.
Com Assessoria



