Economia

Meirelles diz que ‘gosta do horário de verão’ mas fim vai considerar ‘resultados econômicos’

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta sexta-feira (22) que a decisão sobre o fim ou continuidade do horário de verão vai considerar "resultados econômicos". O governo confirmou que está estudando acabar com o horário de verão após verificar que a economia de energia com a medida é aquém do esperado.

“Eu gosto do horário de verão, acho uma boa coisa. Evidentemente tem que se fazer cálculos. Isso é uma questão das autoridades da área específica de ver exatamente o que acontece de fato de economia de energia. É uma questão que tem que ser decidida de uma forma bastante realista e levando em consideração os resultados econômicos, independente de gostar ou não”, afirmou Meirelles em entrevista coletiva nos Estados Unidos.

“Eu gosto do horário de verão, acho uma boa coisa. Evidentemente tem que se fazer cálculos. Isso é uma questão das autoridades da área específica de ver exatamente o que acontece de fato de economia de energia. É uma questão que tem que ser decidida de uma forma bastante realista e levando em consideração os resultados econômicos, independente de gostar ou não”, afirmou Meirelles em entrevista coletiva nos Estados Unidos.

Horário de verão em análise

A reavaliação da medida – de acordo com especialistas ouvidos pelo G1 – se baseia em estudos recentes do ministério, que mostram "efetividade decrescente" do horário de verão nos últimos anos. Segundo esses relatórios, o perfil de consumo da energia elétrica mudou e, com isso, a mudança do relógio economiza cada vez menos energia.

Se nada for anunciado nas próximas semanas, o horário de verão deve entrar em vigor no dia 15 de outubro, em dez estados e no Distrito Federal. Nessas regiões, o relógio deve ser adiantado em uma hora até o dia 18 de fevereiro de 2018.

Redação

About Author

Reportagens realizada pelos colaboradores, em conjunto, ou com assessorias de imprensa.

Você também pode se interessar

Economia

Projeto estabelece teto para pagamento de dívida previdenciária

Em 2005, a Lei 11.196/05, que estabeleceu condições especiais (isenção de multas e redução de 50% dos juros de mora)
Economia

Representação Brasileira vota criação do Banco do Sul

Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela, além do Brasil, assinaram o Convênio Constitutivo do Banco do Sul em 26