Nacional

A maior arma de Haddad: o fogo amigo adversário

Um novo dia, uma nova oportunidade de pregar para os convertidos. A pouco mais de 100 horas do fim do segundo turno, o candidato petista Fernando Haddad tem feito menos para conquistar novos eleitores do que a equipe de Jair Bolsonaro (PSL) faz para tentar passar votos ao adversário. Nesta terça-feira, o petista vai ao Rio de Janeiro, onde termina o dia num evento com cantores do peso de Chico Buarque e Caetano Veloso. Vai ser uma festa, mas que provavelmente adicionará zero voto às fileiras petistas.

Haddad segue na estratégia de fazer concessões a conta gotas enquanto, nos bastidores, se aproxima de lideranças importantes de outras legendas. Ontem, ligou para o ex-presidente do PSDB Tasso Jereissati, crítico do apoio do partido ao governo Temer.

Redação

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