Cidades

Trio acusado pelo assassinato de Maiana Mariano deve ir a júri popular nesta terça-feira

O empresário Rogério da Silva Amorim e outras duas pessoas, acusadas de participar do assassinato da garota Maiana Mariano devem ir a júri popular nesta terça-feira (18) quase cinco anos após o crime. A audiência em que também serão julgados Paulo Ferreira Martins e Carlos Alexandre da Silva deve ser presidida pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da Primeira Vara Criminal de Cuiabá, a partir das 8h30.  Todos estão em liberdade.

Esta é quarta data agendada para o julgamento dos acusados. As três primeiras foram suspensas por problemas na administração da Primeira (duas vezes) e por causa de feriado jurídico (uma vez).

Maiana Mariano, 17 anos, foi assassinada no 21 de dezembro de 2011, em uma chácara no bairro Altos da Glória, em Cuiabá. O Ministério Público do estado (MPE) denunciou Paulo Martins e Carlos Alexandre da Silva como executores do crime e o empresário Rogério da Silva Amorim como o mandante. Conforme a MPE, os dois teriam agido a pedido do empresário, que à época mantinha relacionamento com a adolescente.

Paulo Martins e Carlos Alexandre da Silva teriam recebido R$ 5 mil para executar Maiana Mariano. Ainda conforme o Ministério Público, Rogério da Silva teria proposto o crime por a adolescente e sua família supostamente o extorquirem.

Conforme exame de perícia, a garota foi asfixiada com um pedaço de pano e seu corpo foi jogado em um matagal. A ossada foi encontrada cinco meses depois. Paulo Martins é réu confesso no julgamento, e a defesa do empresário diz ter provas que mostram a inocência dele. Diz que o relacionamento entre o Rogério da Silva Amorim e adolescente teria terminado aproximadamente um ano antes do crime.

Conforme o Ministério Público, no dia do assassinato, o empresário teria mandado Maiana descontar um cheque de R$ 500 em um banco e levar o dinheiro para um chacareiro, onde ela teria sido morta. O ministério aponta que a jovem foi morta na chácara e o corpo foi levado, num carro de passeio, à região da Ponte de Ferro.

O MPE aponta ainda que Maiana e Rogério tiveram um relacionamento extraconjugal por aproximadamente um ano e viviam há cinco meses em união estável, quando ocorreu o assassinato. A ex-mulher do empresário também foi denunciada como participante dos crimes, mas Justiça não acatou a medida por considerar não haver indícios que sugira o envolvimento dela no crime.

Redação

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