Os casos da zika vírus aumentaram 162% em Mato Grosso, entre janeiro e agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2015. Hoje, a incidência da doença está em uma proporcional de 746 casos a cada 100 mil habitantes, número quase igualado ao da dengue, que está em 806 a cada 100 mil habitantes. Dados são de boletim da Vigilância Epidemiológica divulgado nesta sexta-feira (30). Até a semana passada, havia notificação de 24.369 pacientes.
A Febre Chikungunya, outro tipo de doença tropical, também apresenta alta escalada em comparação com o ano passado, com variação de 334% – em oito meses de 2016 foram registrados 1.410 casos.Os casos da dengue subiram 11% com novo patamar de incidências em 26.326.
De acordo ainda o boletim de monitoramento, Jangada, Nossa Senhora do Livramento, Indiavaí, Santa Terezinha, Conquista D'Oeste e Figueirópolis d'Oeste são os únicos municípios que ainda não tiveram registro das doenças.
A comissão de investigação de óbitos, do programa da Dengue, vem monitorando 45 casos, sendo 15 notificações de óbitos por dengue. Destes, cinco foram confirmados até o momento. No mês de setembro notificaram os municípios de Rio Branco com dois casos registrados. Tangará da Serra e Matupá tiveram, ambos, uma notificação.
Quanto a Febre Chikunguya, o número de casos notificados neste ano é 1.410. A incidência acumulada é de 43 casos por 100 mil habitantes. Havendo um aumento de nove casos em relação à semana anterior. No mês de setembro, os municípios que apresentaram ocorrência dos casos da febre foram: Matupá, com uma notificação, Campo Novo do Parecis, Cuiabá e Rio Branco com um caso notificado cada um.
O monitoramento epidemiológico apontou a redução de 72 para 71 municípios silenciosos para a notificação de Febre Chikungunya de (50,4%). Três apresentam incidência acumulada que os classificam como alto risco sendo eles: Acorizal, e Campo Novo do Parecis. Os municípios da regional São Felix do Araguaia não apresentam casos da Febre Chikungunya.
No “Período Não Epidêmico” as ações de Mobilização, Comunicação, e Educação em Saúde são fundamentais para a mudança de comportamento e adoção de práticas para a manutenção do ambiente domiciliar, preservando-o da infestação por Aedes Aegypti.
As ações de mobilização, comunicação, e educação em saúde são fundamentais para a mudança de comportamento e adoção de práticas para a manutenção do ambiente domiciliar livre da presença e ameaça do mosquito transmissor.



