A presidente Dilma Rousseff (PT) se reuniu com os governadores para tratar da renegociação das dívidas dos estados e do avanço das doenças relacionadas ao mosquito Aedes Aegypti.
A reunião contou com 15 governadores na Sala de Reunião Suprema, do Palácio do Planalto, a presidente Dilma, ao defender Lula, se disse “indignada” com o tratamento “desrespeitoso” que o juiz Sergio Moro supostamente teria imposto ao ex-presidente. Para Dilma houve um “abuso de autoridade”, pois “bastava convidar” Lula, que “não se negaria a prestar os esclarecimentos”.
O governador do Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), impôs uma saia justa à presidente Dilma Rousseff na frente de todos os governadores ao rebatê-la e defender o juiz Sergio Moro.
“Entendo que não houve desrespeito, presidente. Ninguém está acima da lei. Eu não sairia desta sala com a consciência tranquila e não respeitaria o bom povo de Mato Grosso, que me mandou aqui, se não expressasse minha opinião. Entendo que não houve abuso ou perseguição. Ninguém está acima da lei. Todos, inclusive eu, podemos ser investigados. A lei não pode servir para beneficiar amigos nem para prejudicar inimigos”.
O governador de Mato Grosso foi o único a contestar o posicionamento da presidente Dilma Rousseff (PT).


