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Mexer no celular pode ajudar a preservar a memória

Meditação, leitura, mas também aprender a usar um instrumento tecnológico novo, como um smartphone. É assim que a memória se beneficia: com um estilo de vida que compreenda um bom repouso e um pouco de movimento saudável, sem muito esforço. 

"Foi provado cientificamente que quanto mais se empenha para manter uma boa forma geral, também por meio de uma atividade física cotidiana, mais o cérebro é bem oxigenado e funciona melhor", explica o neurocirugião Giulio Maira. 

Seguir uma alimentação equilibrada e leve é recomendado, sendo a dieta mediterrânea considerada a ideal. Especialmente para as pessoas que não são mais jovens, uma boa memória se conserva também reduzindo o risco de aterosclerose, limitando o consumo de gorduras, sobretudo aquelas de origem animal, comendo frutas e verduras, além de cereais e legumes. 

É importante, também, ficar em contato com outras pessoas. A interação com outros é estimulante e protetora. Evitar o estresse também é importante. 

"Estudos científicos disponíveis indicam que o melhor antídodo para combater eficazmente o envelhecimento cerebral é aquele de usar constantemente os 'músculos cerebrais', porque a inatividade o deixa fraco. Como a ginástica fortifica os músculos, as atividades mentais reforçam o cérebro", diz Maira. 

Entre os fatores que podem acelerar o envelhecimento cerebral, está "seguramente aquele que interrompe as atividades seja porque se aposentou ou perdeu o cônjuge", sublinha Maira. Mas, à parte dos eventos específicos que aceleram o envelhecimento, a partir dos 30 anos o cérebro começa a perder, diariamente, um certo número de neurônios.

Com o envelhecimento, o hipocampo – que é importante para os mecanismos da memória – perde neurônios, aqueles que podem interferir em uma eficiência menor na registração de novas experiências. É normal que a memória seja abalada: uma indiferença sobre as coisas que anteriormente eram normais, uma tendência a se fechar em si mesmo e a perda das memórias de curto prazo são sintomas que alguma coisa não está funcionando.

E, então, passar a não encontrar mais as chaves, perder o celular, não se lembrar do nome de algum conhecido e o número de telefone acontecem. Geralmente, as memórias relativas aos nomes e sobrenomes das pessoas começam a funcionar mal a partir dos 50, 60 anos: é um fato normal que, se não existem outros problemas, não deve ser motivo de preocupação. 

Fonte: iG

Redação

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