O Brasil enfrenta um momento de escassez e crise hídrica em diversas regiões, impulsionado por mudanças climáticas, desmatamento e falhas históricas na gestão de recursos.
Os mato-grossenses com tantas promessas e rezas à espera das tão desejadas chuvas que estão por vir. São momentos de uma gravidez que está para parir.
O Centro-Oeste e Pantanal o bioma perdeu uma parcela massiva de sua superfície de água nas últimas décadas.
A temperatura altíssima, com os termômetros batendo recordes, a baixa umidade do ar, riscos e alterações fisiológicas. Assim como a irritabilidade, fraqueza, ansiedade, depressão e incapacidade de concentração. O grande volume de queimadas incontroladas prejudicando todo o cinturão verde da cidade e dos nossos campos.
Efeitos causados pelo homem na sua ganância e o aumento de maior valorização do que há de seu interesse.
Causas centrais da escassez: mudanças climática globais, desmatamento da Amazônia e cerrado, crescimento urbano desordenado, geração de energia, abastecimento e econômica, transporte e logística.
Os projetos de recursos hídricos e seus complementares são fundamentais à desprezo dos governantes. Enormes quantidades de água retiradas dos rios, lagos, represas, poços e das chuvas que sustentam as cidades e os campos são fontes invisíveis que não se traduzem em votos garantidos.
A conta de energia e a produção agrícola são dois setores mais impactados quando estamos por uma crise hídrica ou seca severa.
A expressão “Para grandes males, grandes remédios” em espanhol significa que quanto maior a necessidade, mais recursos e empenho serão precisos para resolver a situação.
“O Brasil é a maior Potência Hídrica do Planeta”.


