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PIB de Mato Grosso chega a R$ 273 bilhões e Estado assume posto de 10ª maior economia do Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso atingiu a marca de R$ 273 bilhões em 2023, consolidando um crescimento que quase dobrou o tamanho da economia estadual em apenas quatro anos. Os dados consolidados, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o Estado deu um salto expressivo desde 2019, quando a soma das riquezas locais era de R$ 142,12 bilhões.

Com o avanço bilionário, Mato Grosso subiu da 13ª para a 10ª posição no ranking das maiores economias do país. A fatia de participação do Estado no PIB nacional também engordou consideravelmente, passando de 1,9% para 2,5% no período analisado.

Ritmo acelerado e salto na renda per capita

O balanço do IBGE revelou um ritmo de aceleração descolado do resto do país. Em 2023, a economia mato-grossense registrou um forte crescimento real de 12,9%, índice quase quatro vezes superior ao desempenho nacional no mesmo ano, quando o PIB do Brasil avançou apenas 3,2%.

A injeção de riqueza na economia local refletiu diretamente na renda média gerada no Estado. No indicador de PIB per capita (a divisão das riquezas pelo número de habitantes), Mato Grosso deixou a sétima posição e alcançou a terceira colocação nacional.

“No caminho certo”

Para o governador em exercício, Otaviano Pivetta, a escalada de Mato Grosso no ranking econômico comprova o sucesso das diretrizes estaduais focadas no incentivo à produção.

“Os números mostram que Mato Grosso está no caminho certo. Quando o Estado investe em infraestrutura e cria condições para quem quer produzir, a economia responde. Hoje somos a 10ª maior economia do país e seguimos crescendo acima da média nacional”, comemorou Pivetta.

Segundo o Palácio Paiaguás, o desempenho econômico histórico é o resultado prático de uma série de medidas estruturantes adotadas para estimular o mercado, destacando-se:

  • Aportes massivos na ampliação da infraestrutura e logística;
  • Modernização dos programas de incentivos fiscais;
  • Redução da burocracia governamental;
  • Fortalecimento da segurança jurídica para a atração de novos empreendimentos.

Lucas Bellinello

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