O setor de centros comerciais segue em plena expansão em Cuiabá. Consolidados como refúgios climatizados que unem lazer, gastronomia e serviços, os shoppings da Capital ganharão em breve um novo integrante: o Open Mall. O empreendimento promete diversificar o cenário varejista com um modelo arquitetônico e operacional diferente dos tradicionais.
Atualmente, a região metropolitana conta com cinco grandes unidades (Pantanal, Estação Cuiabá, Goiabeiras, 3 Américas e Várzea Grande Shopping), mas a forte expansão imobiliária tem aberto espaço para novos nichos de mercado.
Localização e Estrutura
O Open Mall será construído em uma das áreas que mais crescem na Capital, localizado estrategicamente em frente ao condomínio Brasil Beach. O objetivo principal é atender o fluxo de moradores da região e de outros residenciais de médio e alto padrão situados no entorno da Rodovia Helder Cândia (Estrada da Guia).
Detalhes do projeto:
- Capacidade: Mais de 120 lojas;
- Estrutura: Previsão de três pavimentos;
- Público-alvo: Moradores de condomínios horizontais e verticais da região norte/noroeste.
Sustentabilidade como Diferencial Econômico
O grande diferencial do projeto está na aposta em conceitos de sustentabilidade e eficiência operacional. Ao contrário dos shoppings convencionais, que possuem custos de manutenção (condomínio) elevados devido ao alto consumo de energia e sistemas complexos de climatização central, o Open Mall busca a redução de despesas.
De acordo com as diretrizes do empreendimento, o uso de tecnologias sustentáveis deve permitir:
- Custos ocupacionais menores: Aluguéis e taxas de condomínio mais competitivos para os lojistas.
- Preços atrativos: Com despesas fixas reduzidas, a expectativa é que os lojistas consigam repassar essa economia ao consumidor final, praticando preços menores ao longo do ano.
- Ambiente moderno: O modelo de “Open Mall” (shopping aberto ou semi-aberto) privilegia a ventilação natural e a iluminação, unindo conveniência e modernidade.
O projeto reflete uma tendência global de centros de convivência que buscam ser mais eficientes e menos custosos, oferecendo uma alternativa ao modelo de “caixa fechada” predominante na capital mato-grossense.



