Mix diário

Sistema de Consórcios continuou crescendo em 2024, com alta de 17,6% na carteira, afirma BC

O Sistema de Consórcios nacional manteve a tendência de crescimento em 2024, com alta de 17,6% na sua carteira, a R$ 125,7 bilhões, e aumento de 20,6% nos recursos coletados, a R$ 121,8 bilhões. As informações constam do Panorama do Sistema de Consórcios (PSC) de 2024, publicado pelo Banco Central nesta quinta-feira.

“Os principais indicadores apresentados demonstram a manutenção na tendência de expansão do Sistema de Consórcios, que acelerou ainda mais após superar os impactos causados pela pandemia da covid-19”, diz o BC. “O Sistema de Consórcios tem se consolidado como importante modalidade de financiamento para aquisição de bens, assim como um relevante instrumento de inclusão financeira.”

O total de cotas comercializadas no ano passado atingiu 4,53 milhões. Com isso, 11,35 milhões de cotas estavam ativas no fim de 2024, uma alta de 9,7% na comparação com o mesmo período de 2023. Ao longo do ano, 1,68 milhão de cotas foram contempladas no sistema.

A taxa de administração média dos grupos novos foi de 18,35%, 0,40 ponto porcentual maior do que a observada no ano anterior. A inadimplência, por sua vez, caiu 0,20 ponto, para 2,35% no fim de 2024. A quantidade de cotas excluídas aumentou 8,6% – mas, considerando o aumento nas cotas ativas, o Índice de Exclusão (IE) caiu 0,20 ponto, para 48,6%.

“Esse patamar ainda é considerado elevado, indicando que quase metade daqueles que adquirem uma cota de consórcio não consegue adquirir o bem desejado”, afirma o BC.

Estadão Conteudo

About Author

Você também pode se interessar

Mix diário

Brasil defende reforma da OMC e apoia sistema multilateral justo e eficaz, diz Alckmin

O Brasil voltou a defender a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) em um fórum internacional. Desta vez, o
Mix diário

Inflação global continua a cair, mas ainda precisa atingir meta, diz diretora-gerente do FMI

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva disse que a inflação global continua a cair, mas que deve