Cidades

Vigilância de Saúde rastreia produtos de distribuidora de cervejas investigadas

 

A Vigilância de Saúde de Cuiabá rastreia a venda de bebidas alcóolica da distribuição Backer, responsável pela produção das cervejas que são investigadas por casos de nefroneural em Minas Gerais. O órgão busca informações sobre a situação em que os produtos se localizam e para onde foram vendidos os produtos suspeitos. 

Os principais postos de fiscalização são supermercados, atacadistas e varejistas, com lojas em outros Estados que poderiam receber os produtos por transferência de estoque.  

A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou, hoje (16), a terceira morte associada à síndrome neufroneural atribuída ao consumo da cerveja pilsen Belorizontina, da Backer. Segundo a corporação, trata-se de um homem de 89 anos, morador de Belo Horizonte. Ele estava internado em uma das unidades da rede de saúde Mater Dei, a mesma rede onde morreu, ontem (15), a segunda vítima da síndrome. 
 
Todos os pacientes internados devido à síndrome nefroneural apresentaram insuficiência renal aguda de evolução rápida, ou seja, que levou a pessoa a ser internada em até 72 horas após o surgimento dos primeiros sintomas, e alterações neurológicas centrais e periféricas, que podem ter provocado paralisia facial, embaçamento ou perda da visão, alteração sensório, paralisia, entre outros sintomas. 

Conforme a Vigilância da Saúde de Cuiabá, as unidades na capital estão orientadas a informar sobre a definição de caso suspeito, notificação e manejo de pacientes. Até ontem (15), nenhum caso tinha sido informado. 

Peritos que investigam os casos em Minas Gerais já encontraram vestígios de uma substância tóxica usada em sistemas de refrigeração devido a suas propriedades anticongelantes, o dietilenoglicol, no sangue de vários pacientes, em vasilhames lacrados de três lotes da cerveja Belorizontina e na linha de produção da fábrica da Backer, em Belo Horizonte. A cervejaria, no entanto, afirma que não emprega a substância tóxica na preparação da bebida..  

A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou, hoje (16), a terceira morte associada à síndrome neufroneural atribuída ao consumo da cerveja pilsen Belorizontina, da Backer. Segundo a corporação, trata-se de um homem de 89 anos, morador de Belo Horizonte. Ele estava internado em uma das unidades da rede de saúde Mater Dei, a mesma rede onde morreu, ontem (15), a segunda vítima da síndrome. 
 
Todos os pacientes internados devido à síndrome nefroneural apresentaram insuficiência renal aguda de evolução rápida, ou seja, que levou a pessoa a ser internada em até 72 horas após o surgimento dos primeiros sintomas, e alterações neurológicas centrais e periféricas, que podem ter provocado paralisia facial, embaçamento ou perda da visão, alteração sensório, paralisia, entre outros sintomas. 

Conforme a Vigilância da Saúde de Cuiabá, as unidades na capital estão orientadas a informar sobre a definição de caso suspeito, notificação e manejo de pacientes. Até ontem (15), nenhum caso tinha sido informado. 

Peritos que investigam os casos em Minas Gerais já encontraram vestígios de uma substância tóxica usada em sistemas de refrigeração devido a suas propriedades anticongelantes, o dietilenoglicol, no sangue de vários pacientes, em vasilhames lacrados de três lotes da cerveja Belorizontina e na linha de produção da fábrica da Backer, em Belo Horizonte. A cervejaria, no entanto, afirma que não emprega a substância tóxica na preparação da bebida.

Redação

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Reportagens realizada pelos colaboradores, em conjunto, ou com assessorias de imprensa.

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