Entra em funcionamento a partir desta segunda-feira (25) o ambulatório do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). O local funcionará das 7h às 18h sem intervalo para almoço e atenderá, nesse primeiro momento, apenas pacientes encaminhados pela Central de Regulação do Sistema Único de Saúde (SUS) de Cuiabá.
De acordo com o secretário de Saúde, Luiz Antônio Possas de Carvalho é importante que a população tenham essa informação para não buscar atendimentos no local de forma equivocada.
“É importante que as pessoas compreendam que um ambulatório é destinado a atendimentos eletivos, ou seja atendimentos que já estão aguardando na fila da Central de Regulação para serem realizados", explicou o gestor.
Dessa forma, o ambulatório atenderá somente pessoas encaminhadas pela Central de Regulação. O objetivo, segundo Luiz Possa de Carvalho, visa ofertar mais celeridade e humanização para as pessoas que aguardam há muito tempo para fazer um exame ou consulta especializada.
O atendimento ao público de ‘portas abertas’ acontecerá na primeira quinzena de maio, no Dia dos Trabalhadores (01) ou no Aniversário de Mato Grosso (09), quando o HMC estará 100% funcionando, inclusive o novo pronto-socorro da Capital que fará parte do complexo hospitalar”, explicou o secretário de Saúde.
Especialidades e equipe
Ao todo serão ofertadas oito especialidades médicas a partir de segunda-feira. Dentre elas estão: ginecologia, mastologia e ginecologia cirúrgica, cardiologia, dermatologia, clínico em saúde mental, endocrinologia, ortopedia geral e ortopedia de quadril e joelho.
Segundo o secretário adjunto em Assistência em Saúde, Luiz Gustavo Raboni, as especialidades foram selecionadas seguindo as principais demanda da Central de Regulação e também pelo perfil de profissionais que irão compor a equipe.
“Com a abertura do ambulatório do HMC a SMS está dando resolutividade para dois grandes desafios, o de tornar mais céleres os atendimentos que hoje contemplam nossas maiores filas. E o de fazermos isso sem prejudicar a qualidade dos atendimentos ofertados nas demais unidades – uma vez que precisaríamos redimensionar os profissionais para cumprir a determinação judicial. Para essa última, nós solicitamos o retorno de vários profissionais cedidos”, finalizou.



