Eleito com mais de 646 mil votos no último pleito, Wellington Fagundes (PR/MT), 57, tem o desafio de elaborar e aprovar projetos que deem aos gestores municipais maior autonomia como senador da República. Ele será empossado neste domingo (01), em Brasília, ás 15h.
Após 24 anos de atuação como deputado federal, Wellington Fagundes ocupa a vaga deixada por Jayme Campos (DEM), onde concorreu com Rogério Salles (PSDB), que obteve 40,36%, Rui Prado (PSD), com 10,24% e por último Gilberto Lopes Filho (PSOL), com 1,21%. Blairo Maggi e José Medeiros possuem mais quatro anos.
Os republicanos e o populista serão vão compor o Senado representado por 81 senadores, onde apenas Fagundes segue com mandato até 2023, e os outros dois até 2018. Com salário de 33,7 mil, eles têm direito a benefícios de auxílio-moradia, ajuda de custo, verba de gabinete e despesas médicas.
Com vasta experiência, principalmente nas políticas de logística de transportes, infraestrutura de cidades e expansão do ensino superior, Fagundes assegura que “fazer com que os prefeitos tenham mais recursos para investir em seus municípios é garantir que a população tenha acesso à infraestrutura, educação, segurança e saúde de qualidade”.
O republicano ingressou na política de classe como presidente da Associação Comercial Industrial por dois mandatos, 1983 a 1986. Em 1987, assumiu a secretaria municipal de Planejamento, na gestão de Jota Barreto (PR). Depois concorreu a deputado federal, cargo para o qual foi reeleito consecutivamente até 2010.
A cerimônia será no Plenário do Senado Federal.


