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Tiroteio deixa mãe e filha mortas e ônibus é queimado em protesto

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra os corpos de duas mulheres sendo carregados na manhã desta sexta-feira (30), na comunidade da Mangueira, na Zona Norte do Rio. Marlene Maria da Conceição, de 76 anos, e Ana Cristina da Conceição, de 42 anos, chegaram a ser levadas para o Hospital Salgado Filho, no Méier, mas já chegaram mortas ao local.

Mais cedo, houve uma intensa troca de tiros na comunidade e a PM afirmou que policiais foram atacados por criminosos.

Marlene foi atingida no pescoço, em um dos joelhos e nas duas mãos. Ana Cristina foi atingida nas costas. A suspeita é que ambas tenham sido vítimas de bala perdida.

Apesar das imagens que circulavam desde 12h nas redes sociais, a assessoria de imprensa da UPP só se manifestou às 13h30 quando afirmou que há informações de um terceiro ferido, que teria sido socorrido por moradores e levado em um caminhão de gás para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. Ainda não há maiores informações sobre seu estado de saúde.

Protesto
Após as mortes, um ônibus e outros materiais foram incendiados nas ruas, em protesto. Por volta das 13h20, os bombeiros conseguiram conter o fogo do coletivo. O Centro de Operações da Prefeitura recomendou evitar a área, nesta tarde. Vias como a Radial Oeste não são recomendadas.

Por volta das 13h15, policiais do Batalhão de Choque chegavam aos entornos da comunidade para tentar conter as ações criminosas. Foram usadas bombas de gás lacrimogêneo e, em imagens mostradas pelo Globocop, era possível ver manifestantes tentando bloquear a passagem de carros nos principais acessos à Mangueira.

Redação

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Reportagens realizada pelos colaboradores, em conjunto, ou com assessorias de imprensa.

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