Mix diário

Terceira onda de calor atinge o Brasil nesta semana

O Brasil deve enfrentar a partir desta segunda-feira, 17, a terceira onda de calor. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o fenômeno deve atingir inicialmente áreas dos Estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, se estendendo, posteriormente, por Goiás e da Bahia.

“A massa de ar quente e seco, que já vem atuando desde os últimos dias em áreas das regiões Sudeste, Sul e Nordeste, ganhou força a partir desse domingo, com temperaturas máximas que podem superar em mais de 5°C a média climatológica”, alertou o instituto. A previsão do Inmet vai até pelo menos a próxima quinta-feira, 20.

O Inmet alerta para os riscos à saúde quando a temperatura máxima se mantém 5ºC acima da média por período maior do que cinco dias. É fundamental que as pessoas se mantenham hidratadas e busquem áreas arejadas nas horas mais quentes do dia.

Conforme o instituto, esta deverá ser a terceira onda de calor no País desde o início de 2025. Em janeiro, a primeira onda de calor aconteceu entre os dias 17 e 23 e, a segunda, entre os dias 2 e 12 de fevereiro, ambas no Rio Grande do Sul.

“Durante essa segunda onda, foi emitido um aviso vermelho de grande perigo pelo Inmet, que persistiu até o último dia 12 de fevereiro, abrangendo também áreas de Santa Catarina e Paraná”, afirmou. Além disso, outros Estados do Brasil também registraram altas temperaturas no período.

No Rio Grande do Sul, as temperaturas máximas ultrapassaram os 40°C em vários municípios gaúchos. Na capital, Porto Alegre, a temperatura máxima chegou a 39,3°C.

Estadão Conteudo

About Author

Você também pode se interessar

Mix diário

Brasil defende reforma da OMC e apoia sistema multilateral justo e eficaz, diz Alckmin

O Brasil voltou a defender a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) em um fórum internacional. Desta vez, o
Mix diário

Inflação global continua a cair, mas ainda precisa atingir meta, diz diretora-gerente do FMI

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva disse que a inflação global continua a cair, mas que deve