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Superior Tribunal de Justiça mantém prisão de Gil Rugai

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, negou nesta quinta-feira (6), em decisão liminar, o pedido de liberdade do estudante Gil Rugai, condenado em 2013 pela morte do pai e da madrasta. A decisão mantém a prisão decretada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo nesta terça-feira (4).O ex-seminarista, condenado a mais de 30 anos pelos assassinatos, foi preso na manhã de quarta-feira (5), quando se entregou à Polícia Civil, na capital paulista. Durante à tarde, ele foi transferido para a Penitenciária de Tremembé, no interior paulista.

O pedido de habeas corpus para anular a prisão de Rugai havia sido feito por sua defesa, constituída pelos advogados Thiago Anastácio e Marcelo Feller. A decisão de não soltar o ex-seminarista foi do desembargador do STJ Walter Almeida Guilherme. Depois disso, dois outros magistrados do Superior Tribunal de Justiça vão julgar o mérito da decisão.

Anulação do julgamento
Na terça-feira, três desembargadores do TJ  de São Paulo negaram, por unanimidade, o pedido da defesa para anular o julgamento do ex-seminarista. Em contrapartida, os magistrados também determinaram a prisão imediata dele. Eles tinham alegado que o condenado deveria cumprir a pena pelos crimes.Em 2013 o ex-seminarista havia sido condenado a 33 anos e nove meses de prisão em regime fechado pelos assassinatos do pai, Luiz Carlos Rugai, e da madrasta, Alessandra Troitino, em 2004, dentro da residência do casal em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo.

As vítimas foram mortas a tiros. Rugai sempre alegou inocência, mas para a acusação, ele cometeu o crime porque o casal tinha descoberto que o ex-seminarista fazia desvios financeiros da empresa de Luiz e Alessandra.Devido à repercussão do caso e por questões de segurança, para proteger a integridade física de Rugai, ele foi transferido na quarta-feira do prédio da Delegacia Geral de Polícia, no centro da capital, para a Penitenciária de Tremembé, no interior do estado de São Paulo. Lá estão condenados como Alexandre Nardoni e Roger Abdelmassih.

G1

Redação

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