O cenário encontrado na Saúde pública do Estado de Mato grosso é a de necessidade imediata de intervenção na estrutura física de unidades primordiais á população como o Centro de Reabilitação Dom Aquino Corrêa, Hemocentro, Centro de Especialidades Médicas e o MT Laboratório. Estas são assistenciais existentes apenas na capital. Falta ainda hospitais que estão com obras paradas, municípios carentes da existência deles, além da pendência de repasses para compra de medicamentos a alguns dos 141 munícipes, desde junho de 2014.
Este fato foi apresentado pelo secretário de Estado de Saúde (SES-MT), Marco Bertulio, na manhã desta terça-feira (03.02) durante a audiência do governador Pedro Taques (PDT) com os secretários de Estado e 137 prefeitos de Mato Grosso.
O ponto positivo é que aproximadamente 35% de débitos que o Estado possuía junto aos municípios já foram quitados. Ou seja, R$ 11.552.833,24 referentes aos débitos de dezembro de 2014.
Além do mais, o repasse para a alta complexidade já foi possível acertar praticamente 50% do saldo devedor encontrado.
Porém há precariedade em outros aspectos, como alguns apontados por Bertulio, quando fala, inclusive, do prédio central da Secretaria de Estado de Saúde que possui duas ações civis públicas sobre a estrutura da sede.
“Sem falar das unidades assistenciais existentes na capital, como o MT Laboratório, Hemocentro, Centro de Especialidades Médicas, Centro de Reabilitação Dom Aquino Corrêa, todos com necessidade de intervenção imediata na estrutura física para melhor atender a população e melhores condições para o servidores desenvolverem suas atividades”, ressaltou.
Fundo a Fundo
Os repasses já realizados em relação a transferência Fundo a Fundo, são destinados a todos os municípios para o Programa de Saúde da Família (PSF) – R$ 1.327.232,77 -, Equipe de Saúde Bucal – R$ 350.646; Programa de Apoio a Saúde Comunitária de Assentados Rurais – R$ 175.905,33; Programa de Incentivo ao Alcance de Metas da Atenção Básica – R$ 192.339,85;
Ainda, 126 municípios que são assistidos pelo Programa de Apoio e Incentivo aos Consórcios Intermunicipais – R$ 758.426,79; microrregionalização – R$ 146.451,69; para o custeio da Média Complexidade no municípios de Alto Araguaia, Barra do Bugres, Barra do Garças, Chapada dos Guimarães, Confresa, Cuiabá, Guarantã do Norte, Jaciara, Juara, Juína, Matupá, Nortelândia, Peixoto de Azevedo, Rondonópolis, São Felix do Araguaia, Terra Nova do Norte e Várzea Grande – R$ 2.875.023,71;
Para a Alta Complexidade de Cuiabá, Várzea Grande, Barra do Garças, Primavera do Leste e Rondonópolis – R$ 4.403.805,67.


