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Padrasto acusado de matar enteado por chorar demais

Acontece nesta quinta-feira (23) o júri popular do padrasto acusado do assassinato do próprio enteado de dois anos, em 2012, em distrito de Nova Aliança (SP). A sentença foi assinada pelo juiz Marco Antonio Costa Neves Buchala. O réu está preso desde a época do crime e enfrenta júri às 13h, na Câmara Municipal de Potirendaba (SP).

O caso chocou a região e deixou os moradores revoltados. O homem teria confessado o crime e alegou que a criança chorava demais, por isso, bateu sua cabeça contra uma parede. A família suspeitava que as agressões acontecessem há meses.Ele já havia aparecido uma vez com a cabeça machucada. Ao ser questionada, a mãe disse que não tinha o visto cair, diz Dalva Dutra Santana, avó da criança.

Ao G1, o advogado do réu, Andre Alberto Nardini e Silva, informou que a família do acusado não recorreu da decisão devido a demora do processo e que entrou com um pedido para que o julgamento não seja realizado em Potirendaba, por conta da repercussão do caso.

Relembre o caso
A criança teria morrido depois de ter sido espancada e abusada sexualmente pelo padrasto, de 22 anos. Os dois estavam sozinhos em casa no momento da agressão, enquanto a mãe da criança trabalhava fora. Segundo a polícia, o homem confessou o crime e a família suspeita que as agressões aconteciam há meses.O acusado foi preso em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil. A pena desse crime varia de 12 a 30 anos de prisão. A mãe também foi detida, prestou depoimento, foi liberada, mas perdeu a guarda definitiva do outro filho, hoje com cinco anos.

G1

Redação

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