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Obras para conter a seca em SP devem ficar prontas após 2015

Embora o governo de São Paulo esteja trabalhando em alternativas contra a seca que atinge o Estado, nenhuma das principais obras previstas para ampliar a capacidade de armazenamento de água na região metropolitana estará pronta antes do fim de 2015. As informações foram publicadas no jornal Folha de S.Paulo deste sábado (8).

Segundo a publicação, a única obra prevista para ficar pronta em curto prazo, de acordo com a Sabesp, é a ampliação de uma estação de tratamento de água neste ano. No entanto, a medida seria suficiente para abastecer apenas 300 mil das 20 milhões de pessoas da Grande São Paulo.

O jeito será esperar a colaboração de São Pedro. "Vamos depender somente da chuva", afirma o professor Antonio Carlos Zuffo, da Unicamp. "Soluções de engenharia existem, mas só para daqui dois ou três anos."

A partir de 2015, as perspectivas de abastecimento devem melhorar. O governo paulista pretende  que, até 2018, novas obras tenham a capacidade de atender cerca de 4,9 milhões de pessoas, um número similar ao compreendido pelo sistema Guarapiranga. Com isso, o Estado deve aumentar em 23% a sua capacidade de produzir água.

Uma das obras previstas é a transposição da água do rio Paraíba do Sul para o sistema Cantareira. Outro projeto é a parceria público-privada (PPP) que criará um sistema de abastecimento que buscará água em Ibiúna. Há também a intenção de aumentar o sistema Rio Grande.

Frente a essas conclusões, Geraldo Alckmin (PSDB), governador paulista, demonstra otimismo em relação aos próximos anos. Na quinta-feira, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, Alckmin procurou acalmar os ânimos da população. "Já passamos pelo pior período e nem utilizamos a segunda reserva técnica disponível", disse.

Terra

Redação

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