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Mauro fixa orçamento de R$ 40,7 bilhões e prevê R$ 4,6 bilhões em investimentos em MT para 2026

O orçamento de cerca de R$ 40 bilhões para 2026 foi oficialmente estabelecido pelo Governo de Mato Grosso com a publicação da Lei Orçamentária Anual (LOA), nesta terça-feira (6). A proposta fixa a receita e a despesa do Estado em R$ 40,79 bilhões, mantendo o equilíbrio das contas públicas e prevendo R$ 4,68 bilhões em ações e investimentos, o equivalente a 11,48% do orçamento total.

Do volume destinado a investimentos, aproximadamente R$ 3,89 bilhões serão financiados com recursos próprios do Estado, sem dependência de empréstimos ou transferências da União, o que representa 82,98% do total. Os recursos contemplam áreas estratégicas como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura, com destaque para a saúde, que receberá R$ 418,44 milhões. Já os investimentos em educação e segurança pública somam R$ 309,65 milhões e R$ 103,66 milhões, respectivamente.

Segundo o Governo, as ações previstas para 2026 estão alinhadas às principais metas da gestão, com foco na melhoria da eficiência das políticas públicas e no atendimento direto ao cidadão. A proposta busca alcançar todas as regiões do Estado, priorizando direitos sociais e as necessidades da população, por meio de um planejamento voltado ao desenvolvimento e à inclusão.

De acordo com o secretário adjunto de Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, a LOA foi construída com responsabilidade fiscal e atenção à sustentabilidade das contas públicas. “É um orçamento responsável, que permite manter os serviços públicos funcionando e, ao mesmo tempo, investir em áreas importantes para a população, com planejamento e segurança”, afirmou.

O orçamento prevê que o Poder Executivo concentre R$ 33,89 bilhões, enquanto o Judiciário contará com R$ 3,52 bilhões, a Assembleia Legislativa com R$ 1,13 bilhão, o Ministério Público com R$ 1,02 bilhão, o Tribunal de Contas com R$ 812,43 milhões e a Defensoria Pública com R$ 401,78 milhões. A receita estimada representa um crescimento de 10,02% em relação a 2025, sendo o ICMS a principal fonte de arrecadação, responsável por 87,8% da receita tributária.

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