Os investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso seguem em greve em defesa do pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA). Por unanimidade de votos, decidiram na última sexta-feira (01) pela continuidade da greve da categoria. Já os professores realizam assembleia na tarde desta segunda (04) para avaliar o movimento.
O presidente do Sindicato explicou que a questão da Revisão Geral Anual –RGA foi esvaziada no momento em que a Assembleia Legislativa aprovou o projeto apresentado pelo Governo. “Aquela era uma batalha política, que será mantida, porém agora no âmbito do Judiciário, que é o foro adequado para continuarmos reivindicando os nossos direitos”, disse Gonçalves.
O sindicalista disse entender que o Governo deve ouvir a categoria que ele representa sobre outros temas. “A partir desse momento nós faremos contato com o secretário da Secretaria de Gestão e com outros representantes do Governo do Estado para buscarmos entendimentos a respeito de outros assuntos que consideramos essenciais à categoria”, afirmou.
Ele acrescentou que os líderes de vários sindicatos integrantes do Fórum Sindical foram ouvidos por representantes do Governo, mas o Siagespoc não teve igual atenção. “A partir do momento em que o Governo nos ouvir e se posicionar frente às nossas proposições, aí então nós poderemos encerrar o movimento”, pontuou.
O reconhecimento da categoria como carreira de nível superior e outras questões como a nomenclatura da categoria e a exigência do curso de Direito para ingresso na carreira de policial civil são alguns pontos sobre os quais Cledison Gonçalves quer conversar com os representantes do Governo.
Professores
Os profissionais da educação, das várias regionais do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), realiza assembleia geral nesta segunda-feira (04.07), às 14 horas, na Escola Estadual Presidente Médici. Os sindicalista de todo o estado estão em Cuiabá, desde segunda (27.06), participando de diferentes atividades sindicais.
De acordo com o Sintep, o resultado da votação, do dia 29 passado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso traçou novos rumos para o movimento paredista e as discussões coletivas com a base, também sobre as pautas específicas da educação, definirá o rumo do movimento.
“Faremos a avaliação da Greve, que completou 30 dias, considerando a ausência de propostas oficializada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), assim como a intransigência do governador Pedro Taques para o cumprimento de direitos dos trabalhadores/as da Educação”, informou o presidente do Sintep-MT, Henrique Lopes do Nascimento.
Com Assessoria


