A liberação só ocorrerá, segundo autoridades colombianas, quando for organização uma estrutura de segurança com a Cruz Vermelha Internacional e a presença do reverendo norte-americano Jesse Jackson.
As Farc-EP reclamam da demora do governo em conceder a autorização. Para as guerrilhas, o ex-soldado é um “mercenário com ligações com as forças militares de Afeganistão” e foi capturado para impedir uma missão dos Estados Unidos na fronteira da Colômbia com a Venezuela.
Desde o final de 2012, o governo da Colômbia e os representantes das Farc-EP negociam o fim dos conflitos armados. Uma série de propostas envolvem medidas relativas à participação política, ao combate às drogas ilícitas e ao abandono das armas e à reparação das vítimas.
Os conflitos na Colômbia provocaram cerca de 4 milhões de vítimas entre mortos, feridos, reféns e pessoas obrigadas a deixar suas casas. Os confrontos na Colômbia ocorrem há mais de 50 anos. Autoridades de Cuba, da Venezuela e da Noruega, além do Chile, fazem a mediação em busca de um acordo entre o governo colombiano e as Farc-EP.
Agência Brasil