Preso desde o dia 30 de março por suposto envolvimento em esquea de monopolização de serviços públicos hospitalares, o ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Huark Douglas Correia teve pedido de habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O pedido feito pela defesa pelo advogado do médico, Hélio Nishiyama, foi negado nesta segunda-feira (08) pela ministra Laurita Vaz, da Sexta Turma do STJ. Além de Huark Correia, mais seis investigados na Operação Sangria estão presos.
A investigação da operação Sangria apura fraudes em licitação, organização criminosa e corrupção ativa e passiva, referente a condutas criminosas praticadas por médicos/administrador de empresa, funcionários públicos e outros, tendo como objeto lesão ao erário público, vinculados a Secretaria de Estado de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde, através de contratos celebrados com as empresas usadas pela organização, em especial, a Proclin e a Qualycare.
Segundo a apuração, a organização mantinha influência dentro da administração pública, no sentido de desclassificar concorrentes, para que ao final apenas empresas pertencente a eles (Proclin/Qualycare) pudessem atuar livremente no mercado.



