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Empresa que administra fazenda de José Riva alega que invasões são constantes no local

A empresa Floresta Viva, administradora da Fazenda Bauru, conhecida como Magali pertencente ao ex-deputado estadual, José Riva, em Colniza (1.065 km de Cuiabá-MT) emitiu na manhã deste sábado (05) uma nota para imprensa explicando que constantemente o local é invadido por grileiros que desrespeitam ordens judiciais.

A nota partiu após uma intensa troca de tiros entre seguranças da Unifort que cuidam do local e cerca de 150 pessoas que se diziam ser do movimento sem-terra. No confronto, até o momento foram identificadas nove pessoas feridas e uma morta.

No esclarecimento, a empresa alega que em razão das inúmeras invasões, a Floresta Viva contratou uma empresa de segurança privada, e que igualmente, como em todas as ocasiões, a empresa Floresta Viva levará a situação ao Poder Judiciário para garantir a ordem e o cumprimento da lei.

Confira a nota na íntegra abaixo:

"A empresa Floresta Viva, em decorrência dos últimos fatos ocorridos em sua propriedade rural situada em Colniza-MT, esclarece:

1) A Fazenda Bauru desde sua aquisição sofre inúmeras invasões ilegais, onde a propriedade é destruída e crimes ambientais são realizados. Todas as invasões foram devidamente comunicadas ao Poder Judiciário;                                  

2) Os invasores insistem em desrespeitar as ordens judiciais, inclusive de afastamento dos limites da propriedade e, comentem crimes de toda sorte, como ameaça e crimes ambientais. Tais ocorrências sempre foram devidamente comunicadas em tempo e modo as autoridades competentes;                            

3) Em razão das inúmeras invasões, a empresa contratou uma empresa de segurança privada, devidamente registrada  e previamente informada as autoridades, com a finalidade de proteger o local das inúmeras invasões;              

4)Infelizmente, no dia de hoje, empregados da empresa habilitada de segurança privada terceirizada, situada na Fazenda Bauru, sofreram uma emboscada realizada por terceiros, fortemente armados, que atentaram contra a vida dos seguranças e empregados da fazenda.

5) Lamentavelmente pessoas que se auto denominam trabalhadores rurais, mas que fazem parte de um grupo armado, novamente desrespeitando ordem judicial de reintegração de posse e de afastamento dos limites da propriedade, não somente atentaram contra a vida de pessoas como pretenderam com o uso da força, invadir a propriedade rural produtiva, para cometer crimes de toda ordem.

6)A empresa de segurança limitou-se a se defender no intuito de garantir a integridade física dos seus empregados.                               

7) A empresa Floresta Viva, imediatamente após o ocorrido, comunicou os fatos as autoridades competentes.

8) Igualmente, como em todas as ocasiões, a empresa Floresta Viva levará a situação ao Poder Judiciário para garantir a ordem e o cumprimento da lei.

9) Por fim, a empresa lamenta o ocorrido, externando sua preocupação com a vida e integralidade física de todos os envolvidos.

Dauto Passare – Advogado".

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Redação

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