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De carona na greve dos caminhoneiros, taxistas e motoboys estudam paralisação

Interessados na redução dos preços dos combustíveis, taxistas e motoboys estudam aderir ao movimento de greve dos caminhoneiros, que chegou nesta quinta-feira ao quarto dia.

Algumas das categorias de transportes autônomos devem fazer uma manifestação de apoio ao movimento grevista em frente à sede da Petrobras, na Avenida Paulista. Nesta quarta-feira, a Petrobras anunciou a redução de 10% no preço do diesel.

Gilberto Almeida dos Santos, presidente do Sindimoto SP, que representa os motoboys do estado, confirma que a intenção é 'pegar carona' no movimento. A categoria deve se reunir em assembleia nesta sexta-feira à tarde para decidir se adere ao movimento grevista.

"O aumento dos combustíveis é uma mordida que atinge o bolso de todos trabalhadores, inclusive nós motoboys. A nossa categoria recebeu um reajuste de 2%, enquanto a gasolina subiu 50%", disse Gilberto. "Eu defendo a paralisação de qualquer jeito porque não vai ter gasolina de qualquer jeito", concluiu.

Presidente do sindicato dos taxistas, Natalicio Bezerra, também garante que apoia o movimento, mas ainda demonstra incerteza em relação à possibilidade de paralisação. "Vamos nos reunir amanhã (sexta-feira) para decidir se aderimos ou não", disse Natalício.

O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo disse que apoia os grevistas, mas informou que não vai parar.

A Força Sindical também convocou uma manifestação em apoio aos caminhoneiros. O ato está previsto para esta tarde em frente ao prédio da Petrobras, na Avenida Paulista.

Redação

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Reportagens realizada pelos colaboradores, em conjunto, ou com assessorias de imprensa.

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