Mix diário

Acordo com Mercosul ajudará no caminho com geopolítico turbulento, diz António Costa

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou neste sábado, 17, que, com a assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia, que cria a maior área de livre-comércio do mundo, os blocos enviam uma “mensagem clara ao mundo”. “De comércio livre baseado em regras de multilateralismo e de direito internacional como base das relações entre países e regiões”, indicou, apontando que o pacto foi decidido pela “abertura e cooperação frente ao isolamento e o uso de comércio como arma geopolítica”, destacou durante a cerimônia de assinatura do acordo no Paraguai.

Nessa linha, sustenta que o acordo pode “chegar tarde, mas chega em momento mais oportuno”. Segundo Costa, há intenção de “criar esferas de prosperidade compartilhada”. “Não pretendemos nem dominar nem impor, mas reforçar vínculos entre cidadãos e empresas para criar riquezas de forma sustentável. Não queremos gerar dependência, queremos gerar redes de comércio, regras e confiança. Enquanto alguns levantam barreiras e outros violam normas de competitividade leal, fazemos pontes e pactuamos normas”, disse.

Na visão do presidente do Conselho Europeu, o acordo vai ajudar a “caminhar” em um “entorno geopolítico cada vez mais turbulento” sem renunciar a valores. “Juntos somos mais fortes para enfrentar desafios”, ponderou.

Estadão Conteudo

About Author

Deixar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Você também pode se interessar

Mix diário

Brasil defende reforma da OMC e apoia sistema multilateral justo e eficaz, diz Alckmin

O Brasil voltou a defender a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) em um fórum internacional. Desta vez, o
Mix diário

Inflação global continua a cair, mas ainda precisa atingir meta, diz diretora-gerente do FMI

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva disse que a inflação global continua a cair, mas que deve