Por meio de nota, o Governo de Mato Grosso, respondeu que a ação declaratória de ilegalidade de greve, ajuizada pelo Executivo Estadual e atendida pela Justiça, teve como objetivo impedir a ‘possível’ paralisação dos serviços de segurança das categorias que ainda não haviam aderido ao movimento grevista.
Na última sexta-feira (03), o governo recorreu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso, contra 11 categorias e conseguiu decisão liminar que declara o movimento grevista como ilegal. Foi determinado à volta imediata dos servidores ao serviço sob pena de pagamento de multa diária no valor de R$ 100 mil.
A nota do governo rebateu o posicionamento de sindicatos e associações da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, que no sábado (4), afirmou que o governo induziu o judiciário ao erro por pedir a ilegalidade da greve de categorias que não haviam cruzado os braços.
A ação, segundo a nota, reforçou o cumprimento do artigo 144 da Constituição Federal, que descreve sobre a segurança pública.
Sobre a Revisão Geral Anual (RGA), que também foi citada na ação declaratória e analisada pelo Judiciário Estadual, o Governo reafirma o pagamento de apenas 6% de reajuste aos servidores públicos.


