Várzea Grande colocou em prática um plano de ação emergencial contra o mosquito da dengue, que deve se estender até o mês de março. O projeto tem como meta atingir 350 pontos estratégicos levantados pela Vigilância em Saúde do município considerados áreas de altos índices e ocorrências e que apresentam grandes riscos de infestação, e está sendo cumprido em sete etapas por meio de mutirões sociais.
Para que a o projeto seja executado com êxito, o Governo do Estado irá colaborar com o valor de R$ 500 mil reais para a realização de ações estratégicas. O Plano Municipal tem como proposta dimensionar o impacto da epidemia no município, fazer o diagnóstico situacional da rede de atendimento em saúde, organizar e estabelecer ações de prevenção e controle da epidemia no nível municipal.
O agente de controle de endemias é o profissional responsável pela execução das atividades de combate a doença. Dentre as ações de rotina e visita aos domicílios, o agente deverá atualizar o cadastro de imóveis realizando a pesquisa larvária para levantamento de índices e descobrimento de focos do mosquito.
Com a identificação de possíveis criadouros, o agente de saúde deverá orientar moradores e responsáveis para a eliminação desses locais, além de executar a aplicação focal e residual, quando indicado, como medida complementar ao controle mecânico.
“Toda visita deverá ser registrada em formulários específicos, de forma correta e completa. As informações referentes às atividades executadas para levantamento dos casos suspeitos e registros dos casos novos deverão ser encaminhadas para a Vigilância Epidemiológica do município e fazer a atualização dos dados e alimentar o sistema de informações vetoriais”, explica o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, Juliano Melo.
Os agentes também trabalharão informando os moradores sobre as possíveis doenças, que a falta de cuidados com os focos de água parada que podem acarretar na contração da dengue, zika vírus e chikungunya. “O morador deve ser informado e ter a consciência de que ele é o principal colaborador no combate ao mosquito”, ressaltou Juliano.
Reuniões com a equipe de Atenção Primária em Saúde também são importantes para eficácia do Plano de Ação do município, disse o superintendente. É a oportunidade que os agentes têm para trocar informações, a evolução dos índices de infestação por Aedes Aegypti da área de abrangência, os índices de pendências e as medidas que estão sendo, ou deverão ser adotadas para melhorar a situação. Além de informar os obstáculos encontrados para a execução de sua rotina de trabalho durante as visitas domiciliares.
Com assessoria


