A FIFA oficializou nesta quinta-feira (9 de abril de 2026) os nomes que terão a responsabilidade de mediar as 104 partidas da maior Copa do Mundo de todos os tempos. No coração dessa convocação está a força da arbitragem latino-americana, que emplacou 17 árbitros principais, com destaque absoluto para o Brasil e a Argentina.
O Protagonismo Brasileiro
O Brasil, mais uma vez, demonstra sua força institucional no futebol. A nomeação de Raphael Claus, Wilton Sampaio e Ramón Abatti coloca o país no topo da pirâmide técnica. Enquanto Claus e Sampaio trazem a bagagem de edições anteriores, Abatti surge como o nome da renovação, consolidado por grandes atuações em competições da Conmebol.
Katia García e a Arbitragem Feminina
Seguindo o legado deixado pela Copa do Catar há quatro anos, a FIFA manteve a aposta na arbitragem feminina. A mexicana Katia García será a única representante da América Latina entre as seis mulheres selecionadas para apitar como árbitras principais. O chefe de árbitros, Pierluigi Collina, reforçou que a escolha não é simbólica, mas baseada na consistência de desempenho em torneios de alto nível.
A Estrutura Latino-Americana no Mundial
| País | Árbitros Principais | Nomes em Destaque |
| Brasil | 3 | Claus, Abatti, Sampaio |
| Argentina | 3 | Falcón Pérez, Herrera, Tello |
| México | 2 | Katia García, César Ramos |
| Outros (El Salvador, Chile, etc.) | 9 | Iván Barton, Cristian Garay |
O Caminho até a Abertura
A jornada desses profissionais começa oficialmente em 31 de maio, em Miami. Durante 10 dias, eles passarão por um seminário intensivo de alinhamento tático e tecnológico (focado no VAR e impedimento semiautomático) antes de seguirem para Dallas. A FIFA exige “consistência e excelência”, especialmente em um torneio com uma logística complexa entre três países continentais.



