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Bolsas de NY fecham em alta com recuo do petróleo em meio a fluxo de notícias do Oriente Médio

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quarta-feira, 25, ainda que abaixo das máximas do dia e após queda na véspera. Sessão foi marcada pela queda do petróleo em meio a uma proposta de paz enviada pelos EUA ao Irã e que rendia respostas de representantes iranianos pouco promissoras sobre a possibilidade de um acordo.

O Dow Jones fechou em alta de 0,66%, aos 46.429,49 pontos. O S&P 500 terminou com ganho de 0,54%, aos 6.591,90 pontos, e o Nasdaq encerrou com avanço de 0,77%, aos 21.929,83 pontos.

O petróleo reduziu a queda no pregão eletrônico, à medida que os negócios repercutiam postura do presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, que afirmou que um país da região pode ajudar na ocupação de uma ilha do país persa e que, se houver movimentação, a infraestrutura vital do local será alvo de ataques.

Ao mesmo tempo, traders circulam supostas falas do ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, sobre não haver conversas com os EUA no momento.

Algumas ações tinham reações a notícias corporativas específicas.

As ações da ARM saltaram 16,4%, após o CEO Rene Haas detalhar planos agressivos de vendas nos próximos anos. A Intel disparou 7,0% após o Nikkei Asia informar que a empresa e a Advanced Micro Devices comunicaram aos clientes um plano de aumento de preços para todas as séries de CPUs, em meio a uma crise de oferta nos mercados de CPUs para PCs e servidores.

A Sarepta Therapeutics disparou 28%. A empresa biofarmacêutica divulgou seus primeiros resultados clínicos de dois programas para diferentes tipos de distrofia muscular. A Merck avançou 2,6% após fechar acordo de cerca de US$ 6 bilhões pela biofarmacêutica Terns.

Em dia de desempenho misto para as Sete Magníficas, a Meta subiu 0,33%. A companhia revelou incentivos ambiciosos de remuneração para executivos, mirando uma capitalização de mercado de US$ 9 trilhões até 2031. A empresa ainda ocupou o noticiário pela decisão histórica que condenou a Meta e o YouTube por caso de vício em redes sociais, concedendo à autora do processo uma indenização de US$ 3 milhões por danos.

Estadão Conteudo

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